A História de Deus: José e seus irmãos

Você já parou para pensar na história? Já observou que cada acontecimento marcante (ou não) está conectado com outro? Já observou que parece existir uma perfeita lógica e direcionamento em tudo? Embora os defensores da teoria do ‘acaso’ continuem esbravejando, o fato é que os acontecimentos universais parecem seguir um roteiro prontinho. Quando vislumbramos a história ficamos extasiados com os mais diversos acontecimentos e suas muitas ligações com outros episódios. Tudo está perfeitamente unido, como as peças de um quebra-cabeça que, juntas, podem formar uma bela paisagem. A história é cheia de conexões. Cada fato histórico está ligado a outro, e esse, a outro, e a mais outro, e assim, sucessivamente, uma bela corrente de fatos históricos nos é apresentado. A história é dependente.

Essa não é uma mera impressão, ou uma ‘falsa aparência’ como alegam os ateístas e os naturalistas. Trata-se da mais pura verdade. A história é história de Deus, e tudo que se passa segue a ordem e o plano extraordinário do Senhor. Como disse o pregador Spurgeon, Deus não decreta apenas as coisas grandes, mas também as menores, os mais insignificantes acontecimentos. O mesmo Deus que criou os dinossauros também criou a formiguinha, e ele sustenta e governa ambos.

Somos peritos em tentar ‘criar’ nossa própria  história, porém não somos nós que escrevemos a história, como alguém que escreve e dirige um filme. Deus é o grande roteirista e diretor. Nossos propósitos falham, mas os decretos de Deus, nunca!

“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem da boca do Senhor”

A história é dele. Um grande exemplo disso pode ser visto na história de José e seus irmãos. José, o filho mais moço de Jacó, teve seu destino traçado por Deus, cada detalhe dele, antes mesmo que ele nascesse. Os próprios irmãos, que odiavam José, também foram predestinados no plano da história de Deus. Nada foi por mero acaso, nada deu errado, antes, tudo seguia rigorosamente o plano divino. Quando os irmãos de José tentaram matá-lo, um deles se opôs, e isso, sabemos hoje, porque José não poderia morrer. Mas os irmãos perversos o venderam como escravo. Mas até mesmo isso era parte do plano de Deus. José foi levado ao Egito e ali o Senhor o ajudava. José previu uma grande seca e acertou. Ganhou proeminência e respeito, chegando a ser o homem mais respeitado no Egito, estando abaixo somente do Faraó. De escravo a Governador! Bem, o fim da história todos já conhecem. Seus irmãos, em busca de comida, batem à porta do Governador, sem saber que ele era o próprio irmão vendido por eles. Quando tudo é revelado e José se dá a conhecer a seus irmãos, ele declara:

“vós intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem” (Gn 50.20).

Que coisa admirável! Os propósitos maus dos homens são administrados de tal modo que terminam no bem. Tanto os irmãos de José como ele próprio foram os instrumentos de Deus para a execução do seu plano.

É bom saber disso. Tudo que se passa foi anteriormente determinado por aquele que é infinito em sabedoria e poder. Deus é bom e os seus propósitos também são bons. Nossa vida e todos os acontecimentos associados são parte do plano de Deus, que está no controle e executa a sua história.

Pr. Marcus Paixão

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