Categoria: Video

A Grande Verdade!

Uma verdade bíblica que precisa ser apresentada ao mundo, dia após dia, incansavelmente… Veja o vídeo e compartilhe em sua rede social para que todos os seus amigos tomem conhecimento dessa verdade

Pr Marcus Paixão

Lutando Contra o Velho Homem

A luta contra nossa velha natureza pecaminosa deve ser considerada como uma guerra. Paulo, vivendo os conflitos da natureza pecaminosa, disse: “O mal que não quero fazer, esse faço”, e acrescentou: “o bem que quero fazer, esse não faço”. E essa é a guerra que vivemos continuamente em nossa carne.

Esse vídeo representa muito bem a guerra e o fim da guerra, onde o homem de Deus, pelo poder de Deus, seguindo sempre na direção que Deus nos dá por meio da Palavra, vence a guerra. Boa parábola de Colossenses 3.5

Nossa Fé Revelada no Último Dia

Desejo muito que você assista esse vídeo de Al Martin. Mas antes, leia esse pequeno texto e reflita um pouco em sua vida.

Por que há tanta gente calma e tranquila nas igrejas, mesmo estando vivendo atoladas em seus pecados? A resposta é simples: Muitos que estão nas igrejas e se auto proclamam cristãos, nunca conheceram o arrependimento e nem a verdadeira fé salvadora, portanto, não são cristãos. As igrejas estãos cheia de mortos que acham que estão vivos. Estão cheias daquele tipo de pessoa que diz “Senhor, Senhor” mas que jamais se dedicou em obedecer a Jesus Cristo. Simplesmente fizeram uma oração e confessaram labialmente o nome de Cristo, mas jamais tiveram a vida transformada, jamais abomnaram o pecado ou choraram por causa dele. Pessoas que não tem o mínimo enteresse no Reino de Deus e na sua justiça. Como seria bom se elas olhassem para o último dia, o dia do grande julgamento de Deus. No qual o Senhor estará assentado no seu alto e sublime trono branco e julgará toda alma que veio a existencia. Naquele dia todos nós estaremos diante de Jesus Cristo, pois ele é o grande Juiz do mundo inteiro. Ele revelará as nossas obras e toda a vedade de nosso coração será exposta diante de todos. Pense nisso amigo: Ser cristão é seguir a Jesus em completa obediencia e fé. É estar disposto a atravessar o inferno por Ele, de morrer por Ele, de negar tudo por ele.

O pensamento teológico dos Batista do passado e do presente sobre Missões

 Por: Pr. Marcus Paixão

William Bagby e sua esposa: o casal missionário que teve importantíssima participação na obra missionária que deu início aos batistas brasileiros.

A história do cristianismo é muito cheia de lições que devemos meditar. Gostaria de focar especialmente a história batista, em um dos pontos que mais marcaram a história dessa denominação: a evangelização ou missões, como é comumente chamado.  Os batista são uma denominação missionária, conhecida no passado por ser ‘o povo do livro’, aprenderam sobre o mandado de Deus sobre missões e sua urgência nesta obra.

Desde seus primórdios, ainda na inglaterra, bem no início do século XVII, a fibra batista demonstrava-se por seu grande entusiasmo em levar as pessoas a reconhecerem seus pecados e suas grandes necessidades por Cristo. Apesar de viverem uma forte teologia de missões, jamais apresentavam uma mensagem ‘fácil’ aos que lhes ouviam. Pelo contrário, mostravam-lhes as exigencias do evangelho e a soberania de Deus na salvação, para que a glória do Senhor não fosse almejada pelo pecador, quando este se arrependesse, achando ele que contribuira com alguma coisa para sua salvação. O arrependimento era apresentado como sendo uma ordem de Deus ao pecador, e a salvação, como um maravilhoso presente de Deus. Ao pecador era dito que estava morto e, naturalmente, ele não poderia vir a Cristo. O estado corrupto de seus corações eram-lhes revelados durante a apresentação do evangelho, ao mesmo tempo em que a graça de Deus lhes era apresentada, como poderosa para vencer este estado caído em que ele se encontrava. Então Cristo lhes era apresentado como suficiente e unicamente poderoso para mudar-lhes o coração, a mente e a alma. Muitos pecadores choravam e se lamentavam por reconhecerem seu estado de perdição, clamando pelo favor de Deus e suplicando por Cristo. Era assim que os batistas entendiam o evangelho e faziam missões.

Em nosso passado, a teologia calvinista era nosso referencial de verdade bíblica. Foi assim que os batista do passado confessaram sua fé. A soteriologia (doutrina da salvação) calvinista era o sistema que se entendia ser a fiel interpretação da bíblia. Essa verdade está confirmada nas confissões batistas que marcaram a história desta denominação evangélica, tanto na inglaterra, seu berço original, como nos Estados Unidos, onde o  grupo batista veio a ganhar mais expressão e desenvolvimento. Foi dos Estados Unidos que vieram os primeiros missionários batistas para o Brasil. Eles carregavam com sigo uma poderosa teologia calvinista, o que pode ser constatado em seus escritos teológicos, suas cartas às convenções de origem, e até mesmo nas escolas teológicas que os prepararam para o serviço cristão. William Bagby, o mais conhecido missionário batista no Brasil, foi aluno do ilustre Dr. B. H. Carrol, iminente teólogo batista e zeloso defensor da teologia calvinista. Bagby tinha laços que o levavam aos huguenotes, grupo evangélico da França, que foi brutalmente perseguido. Os huguenotes eram calvinistas e a mãe de William descendia de Huguenotes. Bagby é o exemplo de apenas um caso. Falta-me espaço nesta postagem para falar da vida de homens como John Bunyan, William Carey, John Broadus, Hansed Knollys, John Gill, Roger Williams, Theophilus Brantley, Luther Rice, Thomas Jeffrson Bowen e uma imensa de nuvem de testemunhas anonimas que enfileiraram a fé e a coragem do povo batista, marcando a nossa história como denominação missionária e fielmente bíblica no seu ensino.  

O que acontece hoje? O entendimento de missões está completamente diferente daquele que nos marcaram como uma denominação missionária, não por falta de zelo por missões, mas por falte de entendimento bíblico. Não perdemos o ardor por missões, perdemos o entendimento de missões. Isso porque o pensamento teológico batista mudou bruscamente nos últimos 100 anos, principalmente no Brasil, onde houve um alinhamento com a teologia pentecostal por muitas igrejas. O que levou os batistas a olharem para os pentecostais? Em minha opinião, dentre outras coisas, o grande número de pessoas que esse pensamento arrasta. Não por se tratar de um modelo mais bíblico, mas, por tratar-se de um modelo extremamente psicológico e emotivo, que apresenta resultados numéricos melhores. Puro pragmatismo. 

A prática de missões está precisando ser realinhada à maneira bíblica. O sistema novo é dominante, mas é equivocado e tem levado as igrejas a estarem abarrotadas de não convertidos que se dizem crentes. Foram ganhos por taticas novas, não bíblicas, tais como: “faça uma oração e deixe Jesus entrar em seu coração, então, estarás salvo” e “levante sua mão e venha até a frente”. Muitos nomes são anotados e a cada campanha missionário milhares de novas almas são descritas como convertidas. Isso produz números grandes, mas não salva pecadores. O evangelho não é mais o ‘evangelho confrontador’ e isso, exatamente porque o evangelho é confrontador e exige a renuncia da própria vida do homem. É claro que a grande maioria não está disposta a ouvir esta mensagem, portanto, ela não é levada. O evangelho apresentado é aquele ‘evangelho de serenata’, onde o pecador senta-se próximo ao missionário para ouví-lo e esse começa a lhe seduzir com propostas de prazer, facilidades, algo palavras como: “apenas diga sim a Cristo” mas nada de “arrependa-se e mude de via, abandonando seus pecados”. Nada de falar das dificuldades, nem das perseguições… Na realidade, isso tem afastado o pecador da cruz de Cristo. É verdade, em João 6. 60-66 nós encontramos Jesus pregando e sua palavra confrontadora e isso fez com que até mesmo aqueles que se diziam discípulos o abandonassem. Eles diziam: “dura demais é esta palavra, quem a pode suportar?”. Que outra mensagem levaremos aos pecadores, quando fizermos missões? Lhes daremos aquilo que eles querem ouvir, que lhes agrada? ou lhes daremos o evengelho, assim como ele realmente o é?

Mudanças estão acontecendo e a misericórdia do Senhor tem se manifestada em nossos arraiais. Na América do Norte, um grande retorno aos princípios doutrinários calvinistas tem sido observado. Muitos pastores tem professado a fé e outros tem refletido essa questão e tem se aproximado das antigas doutrinas batistas. O Seminário do Sul dos EUA é dirigido hoje pelo Dr. Albert Molher, reconhecido como o maior intelectual da américa na atualidade. Molher tem levado o seminário de volta às suas raízes doutrinária e uma avalanche de livros antigos, escritos por antigos professores e fundadores daquela escola teológica têm sido republicados. No Brasil, os batistas têm acesso a bons materiais históricos-teológicos sobre os batistas. Boa parte deste trabalho tem sido de responsabilidade da Editora Fiel. Alguns livros antigos da JUERP também contém algo desta doutrina, bem como numerosos artigos de O Jornal Batista, nos seus primeiros 50 anos.

Que cada pastor e cada igreja batista seja despertada pelo Senhor a marchar em frente na obra missionária com o mesmo vigor que antes, com a mesma e velha doutrina de nossos pais, destemidos e em nada tendo a nossa própria vida por preciosa. Erga os olhos e veja o grande trabalho que precisa ser realizado por cada crente. Esqueça as técnicas modernas de missões, esqueça os resultados, eles são obra de Deus, esqueça o pragmatismo, esqueça tudo que está sendo ensinado atualmente, que nos distancia da verdade, mas não esqueça a Palavra. Faça missões de modo bíblico, confiado em Deus, que é o autor e consumador da fé.

Há muita mais a ser falado sobre isso, principalmente sobre o regresso teológico que se vislumbra no horizonte. Temo ter escrito mais do que o que pretendia no inicio desta postagem, portanta, deixo-os com esse vídeo do Pr Paul Washer, batista, calvinista, ardoroso missionário e mais um dos que o Senhor tem usado para promover o nosso regresso a fonte. Acompanhe o vídeo.

 Pr. Marcus Paixão

O Sofrimento Cristão

Perseguição romana: muitos cristãos eram levados ao coliseu e servia de espetáculo às multidões

Perseguição romana: muitos cristãos eram levados ao coliseu e servia de espetáculo às multidões

Não vou escrever muita coisa nesta postagem, pois resolvi apresentar um vídeo. Mas, mesmo nestas poucas linhas acredito que o Senhor Jesus pode ser gracioso com você. Você é cristão? Se é, leia e descubra o que te espera nesta vida. Caso não seja um seguidor de Cristo, leia assim mesmo e, se um dia, pela bondade de Deus, resolveres seguí-lo sinceramente, saibas o que precisarar passar por Ele. Faça os cálculos e veja se vale a pena seguir Jesus Cristo. Enquanto lê, assiste o vídeo e faz os cálculos pra ver se vale a pena ser cristão, fique refletindo em seu coração nas palavras de Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” e “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim será salvo”. Deus te abençoe!

 Olhe para a ilustração desta postagem. Muitos cristão estão crucificados, outros estão orando e buscando forças e coragem no Senhor. Alguns dos crucificados estão ardendo em chamas e alguns tem seu corpo atravessado por lanças. A cena é simplista e não mostra tudo que os cristão tiveram de sofrer. A história nos ensina que muitos deles tiveram que lutar com leões ferozes e tigres, que eram trazidos de outros países, apenas para devorar homens e mulheres e até crianças, e assim, trazer o delírio das massas que freneticamente vibravam com tudo que acontecia. Outros tiveram que lutar com gladiadores até a morte. Uns eram enterrados vivos, outros eram mergulhados em oléo fervendo e ainda havia aqueles que eram queimados e libertados, apenas para servir de escárnio ao público e ao Imperador. A ilustração, apesar de dolorosa é simplista. Entenda o quero dizer com simplista. Quando trazemos a lembrança os muitos outros sofrimentos que nosso irmãos sofreram no passado, percebemos que apesar de ser uma imagem forte, ela não apresenta um quadro completo.

Cristão, além de outros, é sinônimo de sofrimento. Você já pensou nas palavras de Jesus sobre o sofrimento do cristão? Jesus disse: “aquele que quiser vir após mim, tome a sua cruz e siga-me”, você já ponderou nessas palavras do Salvador bendito? A Cruz que Jesus se refere era um instrumento de morte. Cristo morreu pregado em uma cruz. Na realidade, a cruz era amorte mais horrenda e humilhante naqueles dias no império romano. Um cidadão romano não recebia uma punição como essa, era reservada apenas para a escória do mundo, para os escravos e estrangeiros. Cristo nos encoraja a morrer, nos estimula a sofrermos por causa do reino de Deus. Está disposto a seguir a Cristo mesmo conhecendo as consequencias?

 Veja este vídeo do pastor John Piper e medite….

 

Sofrer como cristão não é um ‘sofrimento’, diz Pedro, é um privilégio e uma alegria. Que o Senhor te faça entender e te ajude a suportar tudo que for preciso para a glória do Seu nome!

Pr. Marcus

UMA LIÇÃO AO PRESIDENTE DOS EUA

OBAMA E FILHAS

Li um artigo bem interessante esta semana sobre a criação de filhos na revista Readers Digest do mês de julho. É, inclusive, o artigo de capa. O modelo apresentado é o da família de Barack Obama. Ele tem duas lindas filhinhas… que alegria ele deve sentir por elas, bem como sua esposa Michelle.

Tudo parece certo com Obama, sua família tem sido apresentado pela mídia como o modelo de família perfeita. Mas, o que dizer daquelas filhas que nunca nasceram por causa da lei pró-aborto dos EUA? Veja o que diz o pastor John Piper sobre isso (abaixo está o vídeo). Ele tem uma palavra a dizer ao presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama.

As vezes, quando ouço o Piper pregando a sua congregação, penso nele como um chefe de Estado. Ele discursa como garra, sem medo, e procurando ser mais convincente possível, através da Palavra de Deus, sobre assuntos de grande relevancia para a humanidade. Ele me lembra um general, como Alexandre e muitos outros (na devida proporção) que fizeram história, pela sua bravura e coragem diante dos perigos que precisavam ser enfrentados. Aquele General que fala diante de suas tropas, todas diante dele, em silêncio, recebendo instrução, coragem e vigor para destemidamente enfrentarem os seus inimigos.

Poucos homens hoje são como o pastor John Piper (Não pense que estou bajulando este pregador, pois vejo nele o poder que emana de Deus): destemidos e corajosos. Poucos Presidentes tem a bravura e a coragem de Piper, que, mesmo sem armas e sem recursos (quando comparados), não se calam diante daquele que ‘parece’ estar em vatangem. Prefiro mil vezes John Piper na Casa Branca do que Barack Obama! Mas, assim como o pregador, sabemos que quem está na cadeira de presidente dos EUA é Obama. Cabe a nossa profunda oração por ele. Quanto a Piper, pena que ele não é político e graças a Deus por ser ele um pastor! Quem lê, entenda…

Pr. Marcus Paixão

Um Câncer chamado Teologia da Prosperidade

A televisão é o meio mais buscado pelos adeptos da teologia da prosperidade: Cultos ao vivo, show de curas, expulsão de demônios, e muito roubo é o cardápio dos teleevangelistas brasileiros

A televisão é o meio mais buscado pelos adeptos da teologia da prosperidade: Cultos ao vivo, show de curas, expulsão de demônios, e muito roubo é o cardápio dos teleevangelistas brasileiros

Em uma época de crise religiosa, onde as religiões estão a cada dia recebendo ataques de seus críticos, principalmente o cristianismo evangélico, é muito oportuna a palavra pregada com muita paixão e ardor pelo pastor John Piper (ver o vídeo abaixo).

No Brasil, temos nos deparados com aquilo que foi chamado de “câncer” no protestantismo. O surgimento de inúmeras “pseudo igrejas” que oferecem o evangelho a um preço de banana. Um evangelho sem renuncia, sem fervor por Cristo, sem obediencia, sem a Palavra. Pra ser sincero, o que eles oferecem não é o evangelho, como disse Piper: ” é um monte de esterco que eles insistem em chamar ‘evangelho’ “.

Estamos saturados de tanta mentira, de tanto aproveitamento barato, de tanta desonestidade, e o que é pior, tudo isso parte de homens que são vistos pela grande maioria do povo como pastores. Negócios de todos os tipos estão sendo praticados em locais que deveriam ser usados para a adoração autêntica a Deus. O povo é “desafiado” (como eles gostam de se expressar a fim de exercer pressão psicológica) a entregar pra “Jesus” suas posses, economias de anos de trabalho e seus bens. Em troca, eles prometem que Deus dará sete “vezes mais” aos que foram fiéis. Mentira! Roubo! Essa é a teologia da prosperidade, das “correntes” e das “fogueiras”. Esse é o esterco que eles chamam de evangelho e tem inundado muitos lares através da televisão.

Como o Brasil está contaminado com este câncer. Pra piorar a situação, muitas igrejas decidiram por aderir a essa forma maligna de ensino e crença. Igrejas antes conhecidas por sua doutrina tradicional, hoje abraçaram com tanta força a prosperidade, que seus cultos já ultrapassam em muito as pioneiras desse veneno.

Assim como Piper, eu sinto ódio por tudo isso. Detesto, abomino essa mentira que eles rotulam como sendo o evangelho de Cristo.  Veja agora o vídeo do pastor John Piper.

Pr. Marcus Paixão